sábado, 14 de junho de 2014

CAMPO DE AVIAÇÃO: 1927



Campo de Marte: 1927 
Campo de Marte - Dados: 1927 - 9x13 cm PB gelatina e prata - Fotógrafo: Caio P. Barreto
APESP

RIO TIETÊ: 1927







Enchente do Tietê - Data: 1927 - Fotógrafo: Caio P. Barreto.
Apesp.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

CRIMES QUE ABALARAM A CIDADE DE SÃO PAULO:

CASAMENTO FATAL:
Aconteceu em janeiro de 1959: Sílvio Marchioni e Sílvia Sampaio subiram ao altar na Igreja Santa Terezinha. Na fila dos convidados estava um médico, Abelardo Ribeiro Paiva, que era apaixonado pela noiva. Transtornado, matou o noivo e feriu a noiva.

PARELHEIROS:
No mês de fevereiro de 1960, três elementos drogados invadiram uma casa no bairro e mataram um casal e quatro crianças com um machado, uma faca e um revólver.

REI DO GATILHO:
Chamava-se Diogo da Rocha Figueira, apelido Dioguinho, o elemento que, de 1892 a 1897, matou quase uma centena de pessoas no interior de São Paulo.

JOGO MORTAL:
Plínio Gordo Vergueiro, um advogado, havendo se atolado em dívidas de jogo e no aguardo de ajuda oferecida por um tio que não cumpriu a palavra, acabou matando-o. Quem era o homem? Senador César Lacerda de Figueiredo.

MORTE A PRUDENTE DE MORAIS:
Foi no final do século passado que o soldado Marcelino Bispo de Mello tentou matar o presidente Prudente de Morais, o primeiro paulista a ocupar o cargo. Na tentativa, acabou atingindo mortalmente o Ministro da Guerra.

MOTORISTA VINGADOR:
Demitido por roubo, o motorista Domingos Farina acabou assassinando o seu patrão, o Conde Dino Crespi, no ano de 1929.

DESPREZO MORTAL:
Apaixonado por uma prostituta de luxo, Nenê Romano, e por ela desprezado, o jornalista e advogado Moacyr de Toledo Piza matou a mulher e suicidou-se, no mês de outubro de 1923.

CHACINA DA LAPA:
No ano de 1976, três dirigentes do PC do B foram executados pelas forças de repressão.

JUVENTUDE TRANSVIADA
No final dos anos 50, uma quadrilha liderada por Jorginho e Promessinha deixou a sociedade paulistana em polvorosa. Embalada por álcool e maconha, a quadrilha praticou mais de 50 assaltos.
   

terça-feira, 27 de maio de 2014

CAPELA DE SANTA LUZIA


Capela de Santa Luzia


A Capela de Santa Luzia teve a sua construção iniciada no final do século passado e concluída em 1901, por iniciativa de Anna Maria de Almeida Lorena Matchaedo, na chácara de sua propriedade. 
Após a sua morte, em 1903, os herdeiros doaram a capela à Cúria Metropolitana que tem sucessivamente transferido a responsabilidade sobre o imóvel a várias ordens religiosas. 
O projeto é de autoria de Domingos Delpiano e a pintura que orna o seu interior, de grande beleza plástica, de Oreste Sercelli.
Na sua arquitetura distinguem-se elementos característicos do estilo gótico, como os arcos ogivais, a centralidade e a verticalidade de sua elevação principal, estas últimas enfatizadas pela torre em seu eixo de simetria.
Fonte: Secretaria da Cultura/Governo do Estado São Paulo.

A RUA DO MATEMÁTICO
















Em 1830, a Rua Tabatinguera - foto do uol foto blog Saudade Sampa - era conhecida como a rua do Matemático.
Quem foi esse matemático?
Embora muita gente pesquisasse, ninguém descobriu seu nome.
Mas há um documento datado de 17 de julho de 1833, que deve ter sido encontrado por Nuto Santana, que foi apresentado à Câmara por José Joaquim de Carvalho fazendo alusão ao matemático. 
Era um orçamento para os consertos da Rua Tabatinguera, principiando no canto do Trem Nacional, até à casa que foi do Matemático. 
Pelos dizeres deste documento, supõe-se que se tratava do início da Rua da Tabatinguera, "na esquina da atual Rua dos Carmelitas, onde ainda existe a casa do trem convertida em Quartel-Central do Corpo de Bombeiros, até à esquina fronteiriça à Igreja da Boa Morte".
Nesse ponto deve ter residido o tal matemático.
Fonte: mesmo livro de Raimundo de Menezes.   

IGREJA NOSSA SENHORA DA BOA MORTE

Igreja Nossa Senhora da Boa Morte

Foto: Aurélio BecheriniI/Estadão


Raimundo de Menezes, em seu livro "São Paulo dos Nossos Avós" conta sobre os primórdios dessa veneranda Igreja:
- " Foi pelas alturas de 1802, se não falham as informações, que a capelinha foi levantada em terreno adquirido de Joaquim de Sousa Ferreira, testamenteiro do Coronel Joaquim Manuel da Silva e Castro, pela quantia de cento e doze mil réis!
Que coisa barata, diante dos preços de hoje...
Existiam, então, em São Paulo, três irmandades que açambarcavam os atos religiosos da cidade, todas formadas de homens: a Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, na Igreja do Rosário; a Irmandade de Nossa Senhora dos Homens Brancos, na Igreja de Santo Antonio e a Irmandade dos Homens Pardos de Nossa Senhora da Boa Morte, na Igreja da Boa Morte.
Pois bem, foi essa Irmandade, curiosamente denominada dos Homens Pardos, que se encarregou de obter provisão do Bispo D. Mateus de Abreu Pereira para ereção daquele templo, "na esquina com a rua que vinha do Quartel de Voluntários Reais", em virtude de não ter podido ser edificado no Largo de São Gonçalo, hoje Praça João Mendes, como queriam.
A solenidade da benção da Igreja realizou-se a 14 de agosto de 1810, quando foram trasladadas, em procissão, as veneradas imagens da Igreja do Convento do Carmo para a de Nossa Senhora da Boa Morte, "sendo que o sexto Bispo, D. Antonio Joaquim de Melo, por ocasião da sua entrada solene, a 3 de agosto de 1852, na Igreja da Sé, paramentou-se na do Convento do Carmo e foi o primeiro Bispo brasileiro que teve a Diocese de São Paulo, criada em 1745". 
A 16 de janeiro de 1872 era lançada a primeira pedra do frontispício e torre da Igreja da Boa Morte, "que foram demolidas à vista do estado de ruínas em que então se achavam".
Exerceu o cargo de Sacristão da Igreja o popular cidadão Ponciano Joaquim de Góis.
- A foto é do acervo do Estadão.

domingo, 25 de maio de 2014

" A LANTERNA"

















"A Lanterna" era um jornal que se editava em São Paulo.

Órgão da liga anticlerical, era um jornal de grande formato, muito bem escrito, e tinha como diretor Benjamim Motta.
Com distribuição gratuita, apresentava uma tiragem de 24 mil exemplares.
A caixa postal para correspondências com "A Lanterna" era a de número 356.